debate V: O corpo é um campo de batalha*

ao vivo :: 31/10 :: 16h

mostra especial Carole Roussopoulos: Câmera na mão, corpo na luta – Mesa I.

 


*referência à Barbara Kruger.

participantes: Ingá, Lorenna Rocha, Rayanne Layssa
mediação: Roberta Veiga


Ingá é licencianda em cinema na UFF, trabalha com crítica, pesquisa, curadoria, montagem e arte-educação. Atuou como oficineira nos projetos Fazer o mundo, fazendo vídeo e Inventar com a diferença. Como programadora, organiza projeções de filmes junto ao coletivo Catucá, à Aldeia Marakanã e participou da seleção de curta-metragens no XII Janela Internacional de Cinema do Recife. Vem do Nordeste do país.

 

Lorenna Rocha é licencianda em História (UFPE), pesquisa sobre dramaturgias negras brasileiras. Atua como crítica de cinema, no blog Sessão Aberta (SP). Faz parte do corpo crítico e atua como revisora textual na revista multimídia Quarta Parede (PE). Realizou cobertura dos festivais: XII Janela Internacional de Cinema do Recife, 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes, 9º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba e 7ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Idealizou o projeto “Cobertura Crítica”, onde ministra oficinas de iniciação à crítica de teatro ao lado do pesquisador Rodrigo Dourado (UFPE), desde o ano passado. Em 2020, compôs o Júri da Iª Mostra Fale de Cinema Independente (MG).

 

Rayanne Layssa é graduanda em Cinema na Universidade Federal de Pernambuco, em 2018 foi assistente de curadoria no Festival Internacional de Realizadoras (FINCAR), no ano seguinte participou da curadoria da II Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomede Bamba e esse ano faz parte da equipe curatorial do Cachoeira Doc e também íntegra a curadoria do projeto Beiras D’água.

 

Roberta Veiga é doutora em Comunicação pela UFMG, professora adjunta do Departamento de Comunicação e do PPGCOM da FAFICH-UFMG. Introduziu no currículo as disciplinas Cinema e Feminismo (graduação) e Estéticas Feministas (pós-graduação), que leciona. É editora da Revista Devires – Cinema e Humanidades; coordenadora do grupo de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feministas (UFMG-Cnpq); tradutora do livro Nothing Happens: Chantal Akerman’s Hyperrealist Everyday, de Ivone Margulies, autora de artigos e críticas em catálogos sobre cinema, memória, e escritas de si, e de capítulos nos livros Feminino e Plural: mulheres no cinema brasileiro e Mulheres de Cinema, entre outros.