O Negro e o Cinema Brasileiro

Representação e Representatividade, Presenças e Ausências

EXIBIÇÃO

Dia: 13/08/2018 até 15/08/2018Horário: 14h00 às 16h20*Já realizado

A presença do negro no cinema brasileiro é quase tão antiga quanto a chegada do cinema no país. Mas como se deu essa presença no primeiro cinema e no período silencioso? Como as ideologias racistas postas pela intelectualidade reverberaram no cinema? Como o Cinema Novo contribuiu para uma primeira humanização do negro? Em que momento deixamos de ser objeto do olhar e nos tornamos agentes? Qual o status da produção contemporânea de diretores negros? O que constitui o universo de interesses das pessoas negras que adentra o audiovisual?

Essas são algumas das questões no horizonte do seminário O negro e o cinema brasileiro: Representação e representatividade,
presenças e ausências, ministrado por Heitor Augusto. Os três encontros estão estruturados nos seguintes tópicos:

 

Imaginário branco, imagem do negro:
primeiro cinema, cinema silencioso, Chanchada, Atlântida e Cinema Novo – Parte I.

Imagens por negros:
primeiros realizadores negros (Zózimo Bulbul, Waldir Onofre, Odilon Lopez e Adélia Sampaio), Cinema Novo – Parte II, anos 1990 e 2000 (Joel Zito Araújo, Jeferson De e Danddara).

Imaginário(s) negro(s):
profusão do curta-metragem, construção de subjetividades, despertar racial, negritude, branquitude e anti-negritude.

 

Ministrante: Heitor Augusto
Carga horária: 7 horas
Vagas: 129
Cine Humberto Mauro


Heitor Augusto é crítico de cinema, curador, professor e tradutor. Seus artigos estão publicados em revistas eletrônicas de crítica, catálogos de mostras e também em livros. Ministra cursos livres em cinema e coordena oficinas de crítica cinematográfica. Curador da mostra Cinema Negro: Capítulos de uma História Fragmentada e integrante da equipe de seleção de longas-metragens do Festival de Brasília. Mantém o site pessoal Urso de Lata, onde exercita uma escrita que habita as intersecções entre estética, raça e política.