Corpo Crítico

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Trocas nas imagens e pelas imagens. Imagens que rompem ou curam ou gritam ou sussurram ou tremem ou tudo ao mesmo tempo. Precisamos sentir essas imagens e, no mesmo movimento, conversar sobre elas. Abrir o tempo de cada uma. Fazer isso juntos. Uma fabulação crítica coletiva, quem sabe. Eis a pulsão energética da oficina de crítica de cinema que aconteceu durante o Fest Curtas BH e cujo resultado será aqui publicado em uma série de textos que, a partir deste ano, vão criar corpos de pensamento sobre os curtas-metragens exibidos no festival.
 
(por Carol Almeida)

 
 
CRÍTICAS PUBLICADAS
  1. Eu sou o cinema: Sobre I Am Sheriff (de Teboho Edkins, 2017) | por Luís Felipe Flores
  2. As temporalidades das mulheres de Maré | por Débora de Souza Anunciação
  3. De tão preto é azul! Sobre NoirBLUE: deslocamentos de uma dança, de Ana Pi (2017) | por Larissa Muniz
  4. Os corpos que faltam | por Claryssa Almeida
  5. Uma imagem de pensamento sobre Maré, de Amaranta César | por Lídia Ars Mello
  6. Fronteiras do desejo: The men behind the wall e A chinesa de Riad |por Luís Felipe Flores
  7. Pode o cinema ajudar alguém a suportar ou mudar a realidade? | por Lídia Ars Mello
  8. Os signos do caos: Mamata (2017, de Marcus Curvelo) | por Hannah Serrat
  9. SER VENTO | por Maria Trika