COMPETITIVA INTERNACIONAL    

Bruno Galindo tem 25 anos, é crítico de cinema, além de curador e roteirista. Atualmente estuda Imagem e Som na UFSCar. Como crítico participou da oficina Janela Crítica do 9◦ Janela, do Talent Press Rio 2019 e de diversas coberturas críticas pelo Cinefestivais e blog Sessão Aberta (Mostra de Cinema de Tiradentes, 7◦ Olhar de Cinema e do 13◦ CineOP). Trabalhou nos filmes Luazul e Border. Como curador participou do comitê de seleção do Festival Kinoforum de Curtas de São Paulo, organizou a proposta curatorial “Serei porque Fomos” para a Vila das Artes de Fortaleza e a mostra “Estéticas Negras” para o 8º Festival Estéticas das Periferias.

Izabel Fátima Cruz Melo é pesquisadora e professora. Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP, professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), onde coordena o projeto de pesquisa e extensão “Cinema e História: campos em diálogo”. Autora do livro “Cinema é mais que filme”: uma história das Jornadas de Cinema da Bahia (1972-1978) (2016) e outras publicações em livros e revistas Também colabora com festivais, participando de curadorias e júri.

Rita Vênus é curadora de artes visuais e cinema. Foi curadora da mostra competitiva de curtas-metragens nacionais do XI e XII Festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Também atuou como curadora-assistente da Residência Belojardim, um programa de residências artísticas no agreste de Pernambuco. Aos sábados, é cartomante.


  COMPETITIVA BRASIL    

Ela Bittencourt é escritora, crítica e curadora de cinema. Escreve sobre arte, cinema e literatura para revistas como Artforum, Film Comment e Sight & Sound e faz parte dos comitês de seleção de É Tudo Verdade e Giornate degli Autori / Venice Days.

Gabriel Martins é nascido em Belo Horizonte e radicado na periferia de Contagem, graduou-se na Escola Livre de Cinema/BH e em Comunicação Social com Habilitação em Cinema e Vídeo, em 2010, no Centro Universitário UNA. É sócio fundador da produtora Filmes de Plástico, junto a André Novais Oliveira, Maurílio Martins e Thiago Macêdo Correia. Dentre os seus principais trabalhos como diretor estão os curtas Rapsódia para o Homem Negro, NADA e o longa-metragem No Coração do Mundo (codirigido por Maurilio Martins).

Lynne Sachs “sempre evitou rótulos fácil. Ela se concentra em capturar gestos, centímetros de pele, fragmentos de conversas, momentos casuais no tempo, memorabilia pessoal e tecê-los em padrões inesperados. Ela sublima o pessoal no teatral e abraça interpretações variadas da linguagem fílmica, gravando o mundo, digerindo-o e oferecendo-o aos espectadores em sua beleza performativa.” (Adaptado pela artista a partir de um texto de Serena Scateni em Hyperallergic, 13 de julho de 2020)


  COMPETITIVA MINAS    

Bea Gerolin é cineasta, diretora de arte, curadora e atua como diretora artística do Griot – Festival de Cinema Negro Brasileiro, realizado desde 2018 em Curitiba. Pesquisa autorretrato e a representação da mulher negra no cinema brasileiro contemporâneo. Dirigiu o curta-metragem documental Ferradura (2017), assina figurino de Um dia com Jerusa (Viviane Ferreira, 2019), direção de arte do curta-metragem Tentei (Laís Melo, 2017), vencedor do prêmio de melhor filme no Festival de Brasília (2017), e direção de arte do longa-metragem Alice Junior (Gil Baroni, 2020), entre outros.

João Campos é crítico e pesquisador de cinema. Mestre e doutorando em Antropologia na USP. Foi redator da revista de cinema Rocinante (MG) e programador do coletivo cineclubista cinefronteira (MG). Atualmente é editor da Zagaia em Revista (SP) e integra o grupo de programadores do cinecubo IAB-SP, além de participar de júris e equipes de curadoria em festivais de cinema brasileiros.

Layla Braz é bacharel em cinema e audiovisual pelo Centro Universitário UNA. Produtora na Associação Filmes de Quintal e integrante da equipe de produção do forumdoc.bh desde 2014. Participou da comissão da curadoria da Mostra Contemporânea Brasileira do forumdoc.bh (2018 e 2019). Produtora da Mostra de Cinema Árabe Feminino do CCBB (2019). Participou da curadoria da Mostra Competitiva Brasileira e Minas do FestCurtasBH (2019). Fez produção artística do CURA – Circuito de Arte Urbana (2020). Idealizadora da Semana de Cinema Negro de Belo Horizonte e Mulheres Negras e o Cinema – conhecer o presente e inventar o futuro, projetos a serem realizados em 2021.