COMPETITIVA INTERNACIONAL     

Kênia Freitas é pós-doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UNESP. Doutora em Comunicação e Cultura, pela UFRJ. Mestre em Multimeios, pela Unicamp. Formada em Comunicação Social/Jornalismo, pela UFES. Realizou a curadoria das mostras Afrofuturismo: cinema e música em uma diáspora intergaláctica (Caixa Belas Artes/SP, 2015), A Magia da Mulher Negra (Sesc Belenzinho/SP, 2017) e Diretoras Negras no Cinema Brasileiro (Caixa Cultural/DF e RJ, 2017; Sesc Palladium/MG, 2018). Escreve críticas para o site Multiplot! e integra o Elviras (Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema).

Mari Mól Gonçalves é professora da graduação em Cinema e Audiovisual da UNA. Doutora e mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG, com pesquisa relacionada ao cinema latino-americano e brasileiro, respectivamente; graduada em Jornalismo. Integrou júri nacional e mineiro da 16ª MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação (2018). Produtora executiva do Lumiar Festival Interamericano de Cinema Universitário; produziu a volta do Cine Brasil, na Mostra História sem fim (2016); produtora e roteirista do documentário musical “Simplicidade: Mozart Secundino de Oliveira” (2015).

Mateus Araújo é doutor em filosofia (UFMG/Sorbonne) e professor de teoria e história do cinema na ECA-USP. Organizou ou co-organizou os volumes Glauber Rocha / Nelson Rodrigues (Magic Cinéma, 2005), Jean Rouch 2009: Retrospectivas e Colóquios no Brasil (Balafon, 2010), Straub-Huillet (CCBB, 2012), Charles Chaplin (Fundação Clóvis Salgado, 2012), Jacques Rivette (CCBB, 2013), Godard inteiro ou o mundo em pedaços (CCBB/Heco, 2015) e O cinema interior de Philippe Garrel (CCBB, 2018).


    COMPETITIVA BRASIL    

Carla Italiano trabalha com pesquisa, curadoria e organização de mostras e festivais. É doutoranda em Comunicação Social pela UFMG, com mestrado pela mesma instituição e graduação em Cinema pela UFSC. Desde 2011 integra a Associação Filmes de Quintal e a equipe do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Foi co-curadora da Retrospectiva Helena Solberg (CCBB RJ/SP/DF, 2018), Retrospectiva Jonas Mekas (forumdoc.bh.2013) e outras, compondo também a comissão de seleção do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba (2017-2019). É natural do Recife e residente em BH.

Clara Moreira é artista visual, desenhista, nasceu e mora no Recife. Sua pesquisa artística desenvolve-se no uso do desenho figurativo como linguagem de comunicação popular. Fez mais de 60 cartazes de filmes e festivais de cinema no âmbito da produção independente de cinema brasileiro, utilizando desenhos feitos à mão. Em abril deste ano foi realizada a primeira exposição retrospectiva dos cartazes feitos por Clara, a convite do Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, em Portugal. Desde 2016 também tem participado de exposições, ocupações e feiras de arte com obras autorais, experimentando com o desenho figurativo e simbólico no debate da arte contemporânea. Atualmente faz parte do casting da Galeria Amparo 60 no Recife e da Galeria GAL em Belo Horizonte.

Christopher Harris é um cineasta cujos filmes e videoinstalações interpretam a historiografia afro-americana por meio da poética e da estética do cinema experimental. Sua obra faz uso de imagens em movimento apropriadas que são submetidas a alterações manuais e fotoquímicas, reencenações de materiais de arquivo e questionamentos das convenções documentárias. Seus filmes foram exibidos internacionalmente em festivais como Locarno, Roterdã, Viena, Edimburgo, Ann Arbor e no ICA de Londres, entre outros. Foi um dos artistas convidados no 64o Seminário Robert Flaherty, programado pelo cineasta Kevin Jerome Everson e pelo curador e escritor Greg de Cuir, Jr.


    COMPETITIVA MINAS    

Clarisse Alvarenga é formada em Comunicação Social (UFMG), com mestrado em Multimeios (Unicamp), doutorado em Comunicação Social (UFMG) e pós-doutorado no Museu Nacional (UFRJ). Atualmente, é professora adjunta na Faculdade de Educação da UFMG, onde atua no Curso de Formação Intercultural para Educadores Indígenas (FIEI) e coordena o Laboratório de Práticas Audiovisuais (LAPA). É autora do livro Da cena do contato ao inacabamento da história (EDUFBA, 2017). Como realizadora, dirigiu os longas-metragens Ô, de casa! (2007) e Homem-peixe (2017).

Juliano Gomes é crítico e professor. Redator na Revista Cinética desde 2010.  Publicou na Filme&Cultura, Folha, Piauí e diversos catálogos de mostras e festivais. Foi Júri da Mostra Tiradentes, Cachoeira Doc e Fronteira. Leciona regularmente na AIC-Rio. Publicou sobre teatro na revista Horizonte da Cena e sobre música no catálogo do festival Novas Frequências, além de apresentar dois discos de Rômulo Fróes. Mestre em Comunicação pela UFRJ, com dissertação sobre Jonas Mekas. Dirigiu com Léo Bittencourt os curtas As Ondas (2016) e “…” (2007). Site pessoal: <juliano-gomes.com>. 

Soraya Martins foi curadora do FIT/BH-2018. Co-fundadora do Coletivo Tropeço. Doutoranda em Literaturas de Língua Portuguesa. Mestre em Estudos Literários. Atriz formada pelo TU-UFMG. Atua como atriz, pesquisadora e crítica de teatros e estéticas negras brasileiras. Escreve crítica para teatro tanto no projeto segundaPRETA quanto no site Horizonte da Cena e para festivais como:  MIT-sp, Festival de Curitiba, FIAC- Bahia, FETO-BH, Cenas Curtas do Galpão Cine Horto. Tem em seu currículo trabalhos realizados junto a diversos grupos de teatro, entre eles, o Grupo Espanca! com o espetáculo Passarão.