COMPETITIVA INTERNACIONAL

Carol Almeida é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFPE, com pesquisa centrada no cinema contemporâneo brasileiro. É integrante do coletivo Elviras (Mulheres Críticas de Cinema), da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e do Mape (Mulheres no Audiovisual Pernambuco). Já integrou júris de festivais, como Tiradentes, Mostra de São Paulo, Janela de Cinema e Animage. Faz parte da equipe curatorial do festival Olhar de Cinema (Curitiba), ministra com frequência uma oficina sobre a representação da mulher no cinema e escreve sobre essa arte no blog Fora de Quadro.

Eduardo Soares Neves Silva é professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais, pesquisador nas áreas de Teoria Social e Estética. Doutor em Filosofia pela UFMG e pós-doutor pela Leuphana Universität Lüneburg (Alemanha). Nasceu em São Paulo, passou pela França e pela Alemanha, fixou residência em Belo Horizonte, mas gosta mesmo é de praia. Em um tempo longínquo, gostou de ser cientista, é músico intermitente, leitor por vocação, cinéfilo em virtude das afinidades. Mora com a Dora e dois filhos, Antônio e Bernardo.

Janaína Oliveira atua em pesquisa e curadoria. Doutora em História, é professora no IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro) e Fulbright Scholar no Centro de Estudos Africanos da Universidade de Howard, em Washington (EUA). Atualmente é curadora do Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul (RJ) e do FINCAR (Festival Internacional de Cinema de Realizadoras – PE), além de integrar as comissões de seleção de filmes do Festival de Brasília (DF), do Kinoforum (SP), da Semana dos Realizadores (RJ) e do Festival Visões Periféricas (RJ). Faz parte da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro) e é idealizadora e coordenadora do FICINE (Fórum Itinerante de Cinema Negro).

 

COMPETITIVA BRASIL

Aaron Cutler é cofundador da iniciativa Mutual Films (http://mutualfilms.com/), junto com Mariana Shellard, e curador de várias mostras de cinema. O crítico e programador americano, residente em São Paulo desde 2010, também organizou mostras e foi curador da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2012-2014), do INDIE Festival (2015) e do Olhar de Cinema (2017-2018).

Akosua Adoma Owusu é uma diretora, produtora e diretora de fotografia de origem ganesa-americana, cujos filmes tratam da colisão entre identidades. Owusu reinterpreta a noção de W. E. B. Du Bois de dupla consciência, a fim de criar um terceiro espaço cinematográfico para representar o feminismo, a cultura queer, imigrantes africanos interagindo nas suas línguas de origem, e a cultura americana branca e negra. Seus filmes foram exibidos em festivais internacionais, incluindo Roterdã, Rencontres Internationales, Toronto, MoMA, BFI London Film Festival and San Francisco International Film Festival, entre outros. Ela foi uma artista destacada no 56th Robert Flaherty Seminar, programado pelo renomado curador e crítico Dennis Lim. Em 2015, a revista IndieWire a nomeou como uma das “6 Diretoras Avant-Garde que Redefiniram o Cinema”.

Júnia Torres é antropóloga e documentarista. Organizadora e curadora do forumdoc.bh (Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte), que realiza sua vigésima segunda edição em 2018. Integrante da Associação Filmes de Quintal e diretora dos documentários: A Rainha Nzinga Chegou (em finalização); O Jucá da Volta (co-direção: Antônio Bispo dos Santos, 2014); Nos Olhos de Mariquinha (co-direção: Cláudia Mesquita, 2008); Um Olhar Sobre os Quilombos no Brasil (co-direção: Cida Reis, 2007); Aqui Favela, o Rap Representa (co-direção: Rodrigo Siqueira, 2004). Curadora do Mekukradjá, Encontro de Escritores e Realizadores Indígenas, realizado no Instituto Itaú Cultural (SP) desde 2016. Foi curadora e produtora das mostras Política e Palavra no Documentário (Sesc Minas, 2016) e Cinema: Território Ameríndio (Sesc Minas, 2017). Organizadora das mostras Cinema Português Contemporâneo – às margens da indústria (Sesc Minas, 2018) e Retrospectiva Helena Solberg (CCBB RJ, CCBB SP, CCBB Brasília, 2018). Compôs o júri da 5a edição do CachoeiraDoc.

 

COMPETITIVA MINAS 

Adyr Assumpção é graduado em Artes Cênicas pela UFMG, mestre e doutorando em Artes pela Unicamp. Ator, diretor, roteirista, dramaturgo e produtor. Sócio-fundador da T’AI Criação e Produção, e responsável pela Imagem dos Povos Mostra Audiovisual Internacional desde o ano de 2004.

Kênia Freitas é pós-doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UNESP. Doutora em Comunicação e Cultura, pela UFRJ. Mestre em Multimeios, pela Unicamp. Formada em Comunicação Social/Jornalismo, pela UFES. Realizou a curadoria das mostras Afrofuturismo: cinema e música em uma diáspora intergaláctica (Caixa Belas Artes/SP, 2015), A Magia da Mulher Negra (Sesc Belenzinho/SP, 2017) e Diretoras Negras no Cinema Brasileiro (Caixa Cultural/DF e RJ, 2017; Sesc Palladium/MG, 2018). Escreve críticas para o site Multiplot! e integra o Elviras (Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema).

Rafael C. Parrode é programador, crítico e pesquisador de cinema. Desde 2007, atua como produtor e curador de diversas mostras realizadas em Goiânia.  Foi diretor e programador do Cine Cultura, redator da revista Cinética (2010-2017) e é diretor artístico e diretor de programação do Fronteira (Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental) desde sua primeira edição.