MASO E MISO VÃO DE BARCO

(MASO ET MISO VONT EN BATEAU)

França, 1976, 55'

Carole 3

EXIBIÇÃO

No dia 30 de dezembro de 1975, após assistirem, no canal Antenne 2, ao programa gentilmente misógino de Bernard Pivot intitulado “Mais um dia e o ano da mulher… Ufa! Acabou”, que tinha como convidada Françoise Giroud, quatro feministas subvertem o programa por meio de intervenções humorísticas e irreverentes, chegando à conclusão de que “a Secretaria de Estado da Condição da Mulher é uma mistificação”.


direção Carole Roussopoulos, Ioana Wieder, Delphine Seyrig, Nadja Ringart (Les Muses s’amusent)

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

A LIÇÃO DE CINEMA DE CAROLE ROUSSOPOULOS

(LA LEÇON DE CINÉMA DE CAROLE ROUSSOPOULOS)

França, 2000, 40'

Carole 3

EXIBIÇÃO

O princípio de Lição de cinema é oferecer a cada diretora um momento de confidência e cumplicidade com sua biografia, seu itinerário profissional, seus segredos de fabricação, sua filmografia e seu estilo. Cada uma responde à sua maneira, dando uma resposta radical à questão da existência de um cinema de mulheres: há tantos estilos quanto personalidades.


direção Jackie Buet

fotografia Patricia Godal

produção Festival international de films de femmes de Créteil

 

contato filmsfemmes@wanadoo.fr

SCUM MANIFESTO

(SCUM MANIFESTO)

França, 1976, 27'

Carole 2

EXIBIÇÃO

Uma leitura encenada de trechos do “SCUM Manifesto”, de Valerie Solanas, editado em 1967 e rapidamente esgotado em francês. Delphine Seyrig traduz algumas passagens para Carole Roussopoulos, que as digita na máquina de escrever. Ao fundo, uma televisão transmite imagens ao vivo do telejornal, no qual ouvimos, em certos momentos, notícias apocalípticas. Assim como o livro, o filme é um panfleto contra a sociedade dominada pela imagem “masculina” e pela ação “viril”.


direção Carole Roussopoulos, Delphine Seyrig (As Insubmusas/Les Insoumuses)

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

LIP V: CHRISTIANE E MONIQUE

(LIP V: CHRISTIANE ET MONIQUE)

França, 1976, 30'

Carole 2

EXIBIÇÃO

No ano de 1976, em Besançon, operárias e operários da LIP ocupam novamente a fábrica onde trabalham e reativam a produção de relógios. Monique e Christiane testemunham sobre a dificuldade de ser mulher diante dos figurões da luta sindical. Para evidenciar o racismo de gênero, conhecido como sexismo, Monique propõe trocar, em seu relato, “homem” por “branco” e “mulher” por “árabe”.  Desenrola-se um depoimento eloquente e engraçado.


direção Carole Roussopoulos

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

LIP I: MONIQUE

(LIP I: MONIQUE)

França, 1973, 25'

Carole 2

EXIBIÇÃO

Agosto de 1973, em Besançon. Após a ocupação da fábrica da LIP pela polícia, uma operária, Monique Piton, fala dos seus quatro meses de luta, sublinha o lugar decisivo das mulheres no Comitê de Ação e denuncia o papel desempenhado pela televisão.


direção Carole Roussopoulos

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

É SÓ NÃO TREPAR!

(Y A QU’A PAS BAISER!)

França, 1971-1973, 17'

Carole 1

EXIBIÇÃO

Documento militante a favor do aborto e da contracepção de forma livre e gratuita. O filme alterna imagens da primeira grande manifestação feminista ocorrida em Paris no dia 20 de novembro de 1971, com imagens de um aborto ilegal, realizado segundo o método Karman.


direção Carole Roussopoulos

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

A FHAR (FRENTE HOMOSSEXUAL DE AÇÃO REVOLUCIONÁRIA)

(LE FHAR (FRONT HOMOSEXUEL D’ACTION RÉVOLUTIONNAIRE))

França, 1971, 26'

Carole 1

EXIBIÇÃO

Paris, 1971. Este filme mostra imagens da primeira manifestação homossexual no tradicional desfile do 1º de maio (Dia do Trabalho), e a discussão que ocorreu algumas semanas depois, na Universidade de Vincennes, no âmbito de um seminário de filosofia. Em meio a militantes da recém-criada Frente Homossexual de Ação Revolucionária, encontramos a feminista Anne-Marie Fauret e Guy Hocquenghem.


direção Carole Roussopoulos

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

MUNIQUE

(MUNICH)

França, 1972, 13'

Carole 1

EXIBIÇÃO

Em setembro de 1972, um grupo de combate palestino chamado Setembro Negro toma como refém a delegação israelense dos Jogos Olímpicos de Munique. Este filme, que denuncia a hipocrisia da ilusória “paz olímpica”, é uma montagem de imagens da televisão oficial e de filmagens feitas nos campos de refugiados palestinos na Jordânia, em setembro de 1971 (Setembro Negro), em meio à repressão das populações palestinas pelos exércitos do rei Hussein. 


direção Carole Roussopoulos, Paul Roussopoulos

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

GENET FALA DE ANGELA DAVIS

(GENET PARLE D’ANGELA DAVIS)

França, 1970, 7'

Carole 1

EXIBIÇÃO

No dia seguinte à prisão de Angela Davis, em outubro de 1970, Jean Genet lê, em três repetições, um texto denunciando a política racista dos Estados Unidos, em apoio ao partido dos Panteras Negras e à Angela Davis, para uma transmissão televisiva que acabaria censurada.


direção Carole Roussopoulos

contato doc@centre-simone-de-beauvoir.com

REBENTO

(REBENTO)

Bahia, 2019, 18'

Competitiva Brasil 3

EXIBIÇÃO

O que aparentava ser um banal mal-estar entre um jovem casal de namorados se ressignifica em razão de uma importante notícia: Jéssica está grávida e revela a novidade para Zói. Enquanto ela busca acolhimento e diálogo, ele adentra numa espiral reflexiva, potencializada pelas incertezas da busca por emprego. Mas as mulheres ao redor serão decisivas na tarefa de fazê-lo ver a raiz do problema: o ciclo de ausência paterna que ele mesmo viveu e agora pode transformar.

(Vinícius Andrade)


direção Vinícius Eliziario

roteiro Vinícius Eliziário

produção Edson Jr

animação João Reuter

fotografia Vinícius Eliziario

montagem Vinícius Eliziario

arte e figurino Roberjan Magalhães

som Icaro da Hora

elenco principal Pedro Riccardo, Jéssica Duarte, Gabriel Piedade, Juliette Nascimento, JP Santos

 

empresa produtora Boca de Filmes

 

contato contato.bocadefilmes@gmail.com